Brasile, uomo suona la chitarra mentre i medici lo operano al cervello (VIDEO)

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Brasile, uomo suona la chitarra mentre i medici lo operano al cervello (VIDEO)

Ormai con Grey’s Anatomy e il Dr. House abbiamo imparato anche noi che, durante una delicatissima operazione al cervello, il paziente rimane sveglio per testare le sue funzionalità celebrali, per non correre il rischio di fare danni e accorgersene quanto è già troppo tardi. Ma mai ci saremmo immaginati che in una sala operatoria potesse entrare una chitarra!

E’ successo in Brasile dove questi medici hanno fatto suonare la chitarra al paziente durante l’operazione di rimozione di un tumore al cervello:

Paciente canta e toca violão durante cirurgia no cérebro realizada no HNSC A equipe do neurocirurgião Dr. Marcos Ghizoni realizou, na última semana, mais uma cirurgia para extração de tumor cerebral em que o paciente é mantido acordado. Desta vez, os testes realizados, durante o procedimento, foram além da interação através de gestos e fala entre paciente e equipe cirúrgica. Anthony Kulkamp Dias, de 33 anos de idade, cantou e tocou violão enquanto os médicos realizavam a cirurgia. Começou com Emanuel, música que ele mesmo compôs ao filho, nascido há poucos meses, seguida por Yesterday, dos Beatles, uma canção em alemão, Bem Maior (Roupa Nova) e a canção sertaneja ‘Telefone Mudo’ (Trio Parada Dura).Enquanto surpreendia a todos, a cirurgia era realizada. A monitorização cerebral – importante para evitar que ocorram lesões nas áreas sensoriais, motora e da fala – ocorreu durante todo o procedimento.A cirurgia – disponibilizada apenas em hospitais de referência – trata-se de um grande avanço na medicina, pois é possível fazer, de forma segura, um verdadeiro mapeamento do cérebro do paciente, evitando-se lesões que podem comprometer áreas importantes e refletir na qualidade de vida do paciente.Dr. Marcos Ghizoni realizou a cirurgia juntamente com o neurocirurgião Dr. Michel Linne e o neurologista Dr. Franciel Linne, responsável pela eletroestimulação, auxiliados pela instrumentadora Keller Damian Preve. O DESAFIO EM MANTER O PACIENTE ACORDADO E SEM DOR – O anestesiologista e diretor clínico do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), Dr. Jean Abreu Machado, também participou da cirurgia, mantendo o jovem orientado e cooperativo com a equipe. Questionado quanto ao desafio em manter o paciente acordado neste tipo de procedimento, o médico ressaltou que “realmente é um grande desafio para toda equipe cirúrgica, inclusive o anestesiologista”.Segundo Dr. Jean, normalmente as neurocirurgias são realizadas com o paciente sob anestesia geral, ou seja, inconsciência (dormindo) e ausência de dor, porém, quando o tumor está próximo a áreas com funções especiais do cérebro, como é o caso da fala, movimentação e sensibilidade, há o risco que estas funções especiais sejam perdidas, caso forem lesadas durante o procedimento. “Mantendo o paciente acordado durante a cirurgia, estas áreas podem ser monitoradas em tempo real. É feito uma espécie de mapeamento das áreas importantes", a corticografia. Sendo assim, são menores as chances de lesão e é possível uma otimização do tratamento”, completou.O anestesiologista explicou, ainda, que o tecido cerebral não possui sensores para dor, mas pele e outras estruturas, cujo acesso é necessário para um campo operatório adequado – possuem tais sensores. “Neste momento, inicia o desafio do anestesiologista: manter o paciente acordado e sem dor”, frisou.Várias técnicas são utilizadas e muitas vezes a combinação delas. Medicações endovenosas (na veia) são usadas com combinação de anestésicos locais para bloquear o estímulo doloroso. Dr. Jean destacou que outro fato muito importante é um bom relacionamento médico-paciente, que inicia na consulta pré-anestésica, quando não apenas o anestesiologista conhece melhor o paciente, seus problemas de saúde, alergias, medicações de costume, mas quando o paciente aproveita a oportunidade para esclarecer todas as dúvidas e diminuir as inseguranças e medo. “Tenho percebido que o que mais tranquiliza os pacientes nesse momento, que certamente é difícil, é quando eles notam que existe uma pessoa que se importa com seus temores e que estará lá do seu lado para ajudá-lo da melhor maneira possível”, observou o diretor clínico do HNSC.

Posted by Sociedade Divina Providência – Hospital Nossa Senhora da Conceição on Martedì 2 giugno 2015

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